Exportações do agro brasileiro chegam US$ 10 bi em setembro
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Exportações do agro brasileiro chegam a US$ 10 bi em setembro

Exportações do agro brasileiro chegam a US$ 10 bi em setembro

Segundo dados do Ministério da Economia, houve alta de 21% em relação ao mesmo mês de 2020

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As exportações do agro brasileiro chegaram a US$ 10,1 bilhões no mês de setembro. Ou seja, gerou uma alta de receita de 21% em relação ao mesmo mês de 2020. A análise é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base nos dados do Ministério da Economia.

Assim, o superávit mensal (quando as exportações superam as importações) da balança comercial foi de US$ 8,8 bi. No acumulado de janeiro a setembro de 2021, as vendas externas do setor já somam US$ 93,6 bi. Dessa forma, o crescimento foi de 20,6% ante 2020.

Exportações do agro brasileiro

O principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro em setembro foi a soja em grãos, com participação de 24,3% no total dos embarques. Assim, o valor foi de US$ 2,5 bi, aumento de 57,6% em relação ao mesmo período de 2020.

Em seguida, vem a carne bovina in natura, com receita de US$ 1,1 bilhão em setembro/2021, elevação de 85,7% frente a setembro de 2020. Açúcar de cana em bruto, carne de frango in natura e farelo de soja completam o ranking dos cinco produtos mais exportados em setembro.

Por fim, o aumento mais significativo nas exportações em setembro deste ano na comparação com setembro de 2020 foi para o óleo de soja em bruto (+1.013,3%). Destaque também para a carne bovina in natura (+85,7%), soja em grãos (57,6%) e carne de frango in natura (54,1%).

Mercados

Em relação aos mercados, 68,2% das exportações brasileiras do agronegócio foram destinadas a dez países em setembro. O principal destino foi a China, com participação de 32,4% do total dos embarques.

A União Europeia, segundo principal comprador, respondeu por 15%, seguida por Estados Unidos (7%). Completam a lista dos principais destinos: Japão (2,9%); Coreia do Sul (2,0%); Emirados Árabes Unidos (1,9%); Irã (1,9%); Vietnã (1,8%); Tailândia (1,7%) e Hong Kong (1,6%).