Oferta de novos e usados do agronegócio cresce 354% na OLX
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Oferta de novos e usados do agronegócio cresce 354% na OLX

Oferta de novos e usados do agronegócio cresce 354% na OLX

Segundo levantamento da plataforma de e-commerce, trator lidera como um dos itens mais procurados do agronegócio, mostrando crescimento na oferta de novos e usados

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Na plataforma de e-commerce OLX, a oferta de produtos voltados ao agronegócio cresceu 354% em 2021, na comparação com o ano anterior. Ou seja, o consumo de produtos seminovos e usados, tão comum entre brasileiros, também se estende ao agro. Essa é a conclusão de um levantamento divulgado pela OLX ao Broadcast Agro, e também repercutido pelo portal de notícias DBO.

Os resultados foram constatados a partir de um indicador que avalia a quantidade de veiculação de anúncios voltados ao segmento. Além disso, a publicação também foi maior no segundo semestre do ano passado e em dezembro, de 540% e 1.119%, respectivamente, em relação a igual período do ano anterior.

“A digitalização do ecossistema de compra e venda de produtos, que estamos observando há algum tempo, abrange também o agronegócio. E o desempenho que a categoria alcançou em 2021 reforça esse movimento”, afirmou Regina Botter, diretora-geral da OLX.

Os campeões de venda

De acordo com a pesquisa, os itens mais vendidos do setor agro pela plataforma foram: dedetizador; máquinas de solda; compressores de ar; betoneiras; furadeiras de bancada; e roçadeiras. Já o trator lidera os itens mais procurados do setor no marketplace, seguido por retroescavadeira, compressor de ar, roçadeira, betoneira e silagem de milho (6º).

No levantamento, de acordo com a OLX, a compra de alguns produtos do agronegócio, como tratores, roçadeiras e silagem de milho, por meio da plataforma, pode gerar uma economia de até 68%.

Por fim, o líder no valor economizado é o kit rádio comunicador, com 68% de economia e valor médio de R$ 203; seguido por roçadeira (61%, com valor médio de R$ 230); contêiner (56%, com valor médio de R$ 8.509); trator usado ou seminovo (49%, com valor médio de R$ 16.660); e silagem de milho (42%, com valor médio de R$ 290).